8 de março de 2011

ESTÍMULO E CRÍTICA

Amigo(a), em nosso aprimoramento íntimo e na convivência com as pessoas precisamos aprender a usar as ferramentas de estímulo e crítica com mais discernimento e prudência.
Lembrando aquela magistral máxima de Jesus: "vedes um argueiro no olho de vosso próximo e não vedes uma trave no vosso olho", costumamos ser rigorosos em excesso com os outros e complacentes em demasia conosco mesmo.
Precisamos usar de autocrítica para avaliar nossos atos diariamente.
Ao dormir, repassemos nosso dia; vejamos o que não fizemos de bom e deveríamos ter feito e o que fizemos de errado que devemos retificar, evitando repetir.
Quanto aos outros, se a crítica é construtiva e visa verdadeiramente ajudá-los, façamo-la reservadamente, direto à pessoa objeto do feedback.
Concomitantemente, aprendamos a elogiar e reconhecer as boas atitudes das criaturas à nossa volta.
Costumeiramente erguemos a voz facilmente para acusar e apontar erros alheios, mas jamais ou raramente para estimular, elogiar e reconhecer virtudes nos outros.
Sábio é quem cativa em vez de julgar.

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